Colégio Objetivo processa Idem Brasil e o portal ganha

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Seguido da nota de esclarecimento do Colégio Objetivo enviada na quinta-feira, dia 13/02/2020, pedindo a remoção da antiga matéria publicada pela Idem Brasil, sobre o caso de acusações feitas por alunas e ex-alunas, alegando que professores cometiam assédio e abuso sexual; seguiu-se um processo juridico que teve um final sem respostas dos supostos assédios por parte do colégio.

ENTENDA E RELEMBRE O CASO:

No início de 2020, aconteceu um “Exposed” nas redes sociais onde ex-alunas e alunas(os) alegavam ter sofrido e presenciado assédio sexual realizado por professores e funcionários do Colégio Objetivo, além de testemunharem relações entre os mesmos. O fato foi noticiado pela Idem Brasil e gerou uma reação inesperada da instituição de ensino, que decidiu entrar com um processo de danos morais contra o site.

A Idem Brasil, por ser um canal de comunicação que aborda diversos assuntos e também uma revista eletrônica, publicou a notícia em seu site, com o objetivo de informar seu público a fundo, mas sem proferir juízo de valor em nenhum momento, apenas expondo os fatos coletados e solicitando respostas por parte dos acusados:

Acesse aqui a matéria e saiba mais:

De primeira instância o Colégio não atendeu o pedido de respostas realizado pelo site, porém após a Idem divulgar a nota em seus canais de comunicação, aconteceu uma grande repercussão e o colégio decidiu dar sua versão do ocorrido e solicitar juntamente de seus advogados a exclusão da matéria em um curto período de tempo.

O site não retirou a matéria do ar, pois não ultrapassa a narrativa do fato e não fere com a integridade de nenhum membro do corpo estudantil, sendo assim, manteve a integridade individual e pode divulgar nas mídias, mas da mesma maneira, o colégio decidiu abrir um processo no valor de 150 mil reais.

Idem permaneceu em seu profissionalismo e com seu advogado Dr. Ademar Guedes Santana, compareceu no Fórum de Justiça do estado e apresentou todas as provas de defesa. O colégio manteve o andamento do processo, acusando o site de ter inventado o conteúdo da matéria e também de falsificação dos prints postados nela. Mesmo assim, o juiz responsável pelo caso julgou improcedente, ou seja, entendeu que a publicação apenas expunha fatos que repercutiram nas redes sociais.

No desfecho de tudo, a Idem Brasil ganhou o processo e não teve que pagar a indenização de 150 mil reais. A situação ainda continua sem respostas do colégio e sem um final sobre essas acusações realizadas dos supostos assédios.

OBSERVAÇÃO FINAL: Caso queiram falar sobre as acusações realizadas pelos alunos, a Idem estará aberta para respostas a todos os leitores, e, se necessário, juntamente de seus advogados.

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